17 de agosto de 2014

Vidas que se foram! Que voaram!

Um dia como outro qualquer. Não interessa se fazia sol ou se chovia. Era mais um dia na vida dos brasileiros, brasileiros já tão sofridos, enganados, desenganados, explorados, desesperançados. Aliá, esperança neste país, de tanta espera por dias melhores, continua sendo a última que morre.
 Mais um dia “Vidas que se foram! Que voaram!” Voaram para nunca mais voltar, pois morreram, morreram fisicamente, é verdade, mas certamente, estão bem mais vivas de todos que ficaram. Que ficaram com a saudade, que maltrata e mata, aos poucos, pois provoca uma doença sem cura, o sofrimento, por uma espera sem volta.
 Dia 13 de agosto de 2014, um dia para não ser esquecido, mesmo que queiramos. E não será, pois se foram muitas esperanças, muitos desejos de fazer, de mudar, de transformar de realizar algo novo, diferente! De proporcionar um uma nova leitura em cima de velhas colocações, que somente vêm cansando e matando, também, milhões de brasileiros, cansados das promessas, palavras bonitas e de poucas ações em prol do coletivo.
 “Vidas que se foram e que voaram”, de Eduardo e mais alguns companheiros, que acreditavam em algo novo.
 A vida é assim mesmo. O que ocorreu com Eduardo foi a incerteza do amanhã , de alguns instantes, do agora.  A sua imprevisibilidade tem que ser levada em conta, durante todos os passos das nossas vidas. Aquele olhar, azul, cinzento, verde algumas vezes, chamava a atenção pela sua firmeza. A confiança que representava tudo aquilo que víamos na fisionomia do jovem e esperançoso político, tinha o reforço de um jeito alegre e sorridente, como somente os jovem podem ter. E tudo o que aconteceu, numa simples subida e descida fatídica de uma aeronave, ficará eternamente numa SAUDADE, imensa, enorme, sem remédio, que somente poderá ser amenizada pela nossa esperança em mudar, em fazer acontecer algo novo neste país. Vai depender de nós, do nosso desejo de mudança, da nossa vontade em fazer algo diferente, novo! Um Brasil novo, mais povo! EM TODOS OS SEGMENTOS, EM TODOS OS CAMPOS.      




15 de agosto de 2014

A DOR E O SOFRIMENTO DA PERDA... COMO ENFRENTÁ-LO?

O Reverendo Charles H. Spurgeon (1834-1892) disse certa vez: “As cartas do amor de Deus muitas vezes nos vem em envelopes tarjados de preto”. 
Eu li isso ontem de manhã bem cedo, antes de ser anunciada a tragédia que acometeu o presidenciável Eduardo Campos e os ocupantes daquele avião. Certamente muitas indagações são feitas numa situação como essa e em geral as pessoas ficam perdidas diante daquilo que é incontrolável.
*Pr. Gilson Souto Maior

Lembro-me, também daquele livro bem interessante intitulado "Quando Coisas Ruins Acontecem às Pessoas Boas" do escritor judeu Harold Kushner. Seu texto se detém no velho debate: “Deus é bom, mas não é onipotente para conter o mal” versus “Deus é onipotente, mas não é bom o suficiente para evitar o sofrimento”. Este debate tem se estendido por séculos sem fim, e Kushner preferiu se posicionar ao lado do Deus bom e fraco. Creio que alguma vez já nos questionamos quanto aos sofrimentos que passamos na vida. Como é possível conciliar bondade divina, sofrimento humano, vontade soberana e dor? Não é à toa vermos muitas pessoas, inclusive cristãos que estão em crise. Ninguém gosta de sofrer.
Mas quando sofremos fica muito difícil vermos um Deus bondoso agindo. Precisamos compreender que a dor, embora seja algo que não queiramos na vida, é imprescindível para que a vida seja possível. Philip Yancey no seu livro “Onde está Deus quando chega a dor?” declara: “A dor, portanto, não é o grande erro de Deus. É uma dádiva, a dádiva que ninguém deseja. Sem ela, nossas vidas estariam em perigo e prestes a sofrer decadência” (YANCEY, 2005, p. 30). E isto é verdade. É a dor que nos força a tirar a mão de um fogão aquecido. E através da dor podemos ver a sabedoria de Deus, pois a dor está fora de nosso controle. Com isso vemos que a dor e o sofrimento não podem ser vistos apenas num aspecto negativo.
O problema é que vivemos numa cultura pragmática onde os fins acabam sempre justificando os meios, os “comos” tornam-se mais relevantes do que os “porquês” e a capacidade de produzir resultados define a competência e o valor da pessoa. Num contexto assim, nos habituamos mais a olhar para a doação do que para o doador, a valorizar mais o que recebemos do que a pessoa de quem recebemos. Ao fazer isto, desenvolvemos um padrão relacional impessoal e confuso. Tornamo-nos limitados na compreensão que temos das pessoas porque passamos a julgá-las pelo que fazem, e não pelo que são. Nosso juízo sobre elas fica prejudicado pela incapacidade de dar significado às suas ações.
Há uma oração de Dietrich Bonhoeffer (1906-1945) que diz: “Senhor, mesmo que nos dês a beber o cálice amargo do sofrimento, cheio até as bordas, nós o aceitamos gratos e sem temer, pois ele vem das tuas mãos boas e amadas”. Essa oração bela e intrigante me chamou a atenção por uma simples razão: A necessidade de se confiar mais no caráter de uma pessoa do que julgá-la pelos seus atos. Em outras palavras, precisamos inverter a ordem estabelecida pela cultura pragmática e nos relacionar de forma que o caráter de uma pessoa dê significado aos seus atos, e não o contrário. Ou seja, o pensamento de Bonhoeffer aponta para uma pergunta fundamental: Nosso relacionamento com Deus é medido pelo cálice que Ele nos dá para beber ou pelas mãos que o oferecem? Essa pergunta é fundamental porque, dependendo de sua resposta, nosso relacionamento com Deus toma direções opostas.
Jesus passou por um momento difícil em sua vida, um cálice amargo, quem sabe o mais amargo que alguém já bebeu neste mundo. Diante da crucificação que se aproximava, os passos dos seus inimigos, o beijo do traidor, os açoites que retalhariam seu corpo, os pecados de toda humanidade sobre Si, o Ser mais Santo do Universo sofreu terrivelmente. Diante do cálice Ele orou por três vezes: “E, adiantando-se um pouco, prostrou-se com o rosto em terra e orou: Meu Pai, se possível, afasta de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres” (Mateus 26:39). Finalmente Ele aceitou beber o cálice amargo que o Pai lhe deu.
É aqui que mais sofremos. Quando é o cálice que determina o relacionamento e define a natureza das mãos que o oferecem, nossos relacionamentos serão sempre marcados pela suspeita e pela dúvida. Deus será sempre medido pelo que Ele faz, e não pelo que é. Tem havido cálices amargos na história humana. Seguramente, muitos deles são oferecidos por mãos perversas e covardes. No entanto, não é o cálice que traz em si qualquer virtude, mas as mãos que o oferecem. Talvez seja por isto que muitas frustrações e revoltas que temos contra Deus, e mesmo contra as pessoas, são frutos de uma mudança de foco das nossas atenções. Ao invés de olhar para os olhos amorosos e ternos de Deus, olhamos apenas para o que encontramos em Sua mão.
Mas quando aprendemos a crer que Deus é bom, justo e amoroso, que sua vontade é boa, perfeita e agradável, aceitamos o cálice que nos oferece. Seja ele qual for, o aceitaremos simplesmente porque é Deus quem nos dá.
Esta disposição nos colocará numa relação de confiança que promoverá uma profunda e revolucionária mudança em nossa vida, não apenas em relação com Deus, mas também nas nossas relações com o nosso próximo e com o mundo que nos cerca.


Gilson Souto Maior Junior
Pastor Sênior da Igreja Batista do Estoril - Bauru-SP
e-mail: gilsonsmjr@hotmail.com

(Jornal da Cidade - Bauru-SP - 14/08/2014)

Gervásio Maia participa de reunião política com ex-prefeita de Sapé e líderes locais

O deputado estadual Gervásio Maia (PMDB), participou  na noite da última quinta-feira (13), de um encontro com políticos e lideranças locais na cidade de Sapé. A reunião foi organizada pela ex-prefeita Luiza Nascimento e contou também com a presença do candidato à deputado federal Wilson Filho (PTB).

Diante de um auditório lotado, Gervásio Maia lembrou do compromisso que ele tem com a cidade de Sapé, e lamentou o fechamento da Coletoria Estadual e do Centro de Treinamento de Professores de Sapé, que funcionava desde os anos 60 e foi fechado no início de 2011
.
Gervásio também lembrou a situação precária do asfalto que liga Sapé à cidade de Capim e à Cruz do Espírito Santo, e assumiu mais uma vez o compromisso de lutar pelo desenvolvimento da cidade.

"Nunca precisei enganar ninguém com promessas vazias, sempre fui bem recebido em Sapé porque aqui as pessoas sabem do meu trabalho na Assembleia e sabem que vou continuar cobrando melhorias para essa região", afirmou Gervásio Maia, que é candidato à reeleição pelo quarto mandato consecutivo.

A ex-prefeita Luiza se emocionou quando lembrou da relação de amizade e respeito que mantém com o deputado estadual. "Gervásio Maia é um amigo que sempre me atendeu e nós sabemos que podemos contar com seu apoio para o benefício de todos os sapeenses".
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14 de agosto de 2014

Daniella Ribeiro inaugura Comitê Central em Campina Grande

A deputada estadual Daniella Ribeiro inaugurou, na noite da última sexta-feira (8), o Comitê Central de sua campanha e do deputado federal Aguinaldo Ribeiro, em Campina Grande. O evento contou com a participação do presidente estadual do Partido Progressista na Paraíba, Enivaldo Ribeiro, e da chapa majoritária da coligação A Vontade do Povo, a qual a parlamentar faz parte: o candidato ao governo do Estado, Cássio Cunha Lima (PSDB) e o candidato ao Senado, Wilson Santiago (PTB).

Daniela Ribeiro inaugura seu Comitê Central em Campina Grande,
 que contou as presenças  de Cássio Cunha Lima,
 do irmão Aguinaldo Ribeiro
 e o seu pai,  ex-prefeito de Campina Grande, Enivaldo Ribeiro
A inauguração reuniu a militância do PP em torno das candidaturas à reeleição de Daniella e Aguinaldo. Daniella reinteirou o seu compromisso com os paraibanos e com a população de Campina Grande, que proporcionou a sua primeira oportunidade política. "Agradeço o compromisso da militância, do seu empenho, aos meus amigos e à minha família e vamos juntos para essa grande caminhada que vejo como vitoriosa, mas que precisa de muito esforço e trabalho. Vamos continuar lutando pelo nosso Estado, buscando sempre fazer o bem", afirmou.
Os candidatos da majoritária destacaram a atuação de Daniella Ribeiro na Assembleia Legislativa e pontuaram a importância da militância para que tanto ela, quanto Aguinaldo, tenham uma votação expressiva. Wilson Santiago ressaltou os projetos legislativos da parlamentar que buscam melhorias para a vida dos paraibanos. Para Cássio Cunha Lima, Daniella tem coerência, que segundo ele é uma característica essencial para a política. "Os trabalhos desenvolvidos por Daniella e Aguinaldo, nas esferas estadual e federal, falam por si e são o carro-chefe da campanha", frisou Cássio.
Assessoria da Deputada

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Abertura do Festival de Inverno de Campina Grande

Em destaque o Museu dos Três Pandeiros, às margens do
Açude Velho

A Orquestra Sinfônica Jovem abrirá, nesta sexta-feira (15), a programação do Festival de Inverno de Campina Grande. O concerto gratuito será às 17h, na Praça da Bandeira. Em seguida, às 20h30, o grupo Grua (SP), se apresenta na área externa do Teatro Municipal Severino Cabral. Às 21h, o grupo Gira Dança (RN) se apresenta no palco do Teatro.


11 de agosto de 2014

Campinense vence Potiguar de Mossoró

Jogando no Amigão, em  Campina Grande, neste domingo (10), contra o  Potiguar de Mossoró, numa partida com validade pelo Brasileiro da Série D, o Campinense venceu por dois tentos a zero, diante de uma entusiasmada torcida, que enfrentou muita chuva e apoiou o seu time ao seu primeiro resultado positivo jogando em seus domínios.

O resultado não diz bem o que foi o jogo. O time de Freitas Nascimento bem que poderia ter aplicado uma sonora goleada no adversário, não fossem as inúmeras oportunidades desperdiçadas e as milagrosas defesa do bom goleiro Érico, um velho conhecido do futebol de Campina, que apesar da idade – 34 anos – continua em plena forma.

Os tentos da vitória rubro-negra foram anotados por Bismarck aos 38 minutos do primeiro tempo e Thiago Chulapa, aos 29 da etapa complementar.

Com a vitória o time de Campina Grande está na segunda colocação, ao lado do Central, perdendo apenas no saldo de gols para o representante da terra de Mestre VITALINO.


Para Freitas Nascimento, treinador Cartola, a equipe esteve bem e, pelo que apresentou durante nos noventa minutos, poderia ter lidado a partida logo no primeiro tempo. “Mas, valeu, pois o importante foi conquista dos três pontos” - disse