6 de dezembro de 2015

Pesquisadores da UEPB desenvolvem projeto para combater escassez de água na região do Curimataú



Mediante o problema da escassez de água que acomete a região do Curimataú paraibano, pesquisadores dos departamentos de Engenharia Civil e de Física do Câmpus VIII da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), situado em Araruna, sistematizaram propostas de pesquisas voltadas para o aproveitamento sustentável dos recursos hídricos e a utilização de energias renováveis. Trata-se de uma inovação que reafirma o comprometimento da Instituição com o desenvolvimento e a boa qualidade de vida da sociedade.

O propósito acerca do estudo das águas subterrâneas que compõem o território do Curimataú e do fornecimento de energia sustentável foi apresentado nesta quinta-feira (3), ao secretário executivo de Agropecuária do Estado, Evaldo André Campos, pelos professores idealizadores da inciativa, o engenheiro César Soares e o físico Laércio Leal dos Santos. Também participaram da reunião o diretor adjunto do Centro de Ciências, Tecnologia e Saúde (CCTS), professor Manuel Antônio Gordón o coordenador do Curso de Engenharia Civil do CCTS, professor Valdecir Alves; e o professor do Departamento de Física do Câmpus de Patos, Valdeci Mestre.

O projeto visa estabelecer parcerias entre a Universidade, o Governo do Estado e empresas interessadas, no intuito de adquirir financiamentos para viabilizar pesquisas sobre a potencialidade aquífera do Curimataú. Segundo o pesquisador César Soares, a região é extremamente rochosa, sendo muito rica no número de bacias sedimentares, que ainda não foram quantificadas nem exploradas.

“Como a localidade detém um elevado número de bacias, podemos ter no nosso solo uma grande quantidade de água que ainda não foi utilizada. Assim, a finalidade é desenvolver um projeto que permita o uso desse recurso natural através de técnicas adequadas, objetivando favorecer, primeiramente, os cidadãos das zonas urbana e rural de Araruna. Porém, nossa intenção é expandir o projeto pelos demais municípios do Curimataú, além de outras regiões do Estado”, explicou o docente.

Para o professor César, o ponto importante do projeto diz respeito à capacidade de influência da UEPB no desenvolvimento regional, ao proporcionar melhorias sociais por meio dos conhecimentos técnicos e científicos que produz. O docente também ressaltou que a iniciativa atuará na dinamização da economia, pois para concretizar o projeto será indispensável à contribuição da mão de obra local.

Já o professor Laércio Leal enumerou uma série de possibilidades técnicas que podem ser aplicadas na obtenção e no tratamento da água disponível, tais como: utilização de dessalinizadores em poço de água salobra, tecnologia de filtração em margens, bem como o uso da radiação solar e da evaporação na purificação da água. Além disso, ele trouxe propostas que objetivam reduzir gastos na iluminação pública e nos prédios da administração do Estado, a partir de análises sobre a viabilidade e capacidade da produção de energia no município de Araruna e região.

O secretário Evaldo André avaliou como positiva a iniciativa dos pesquisadores do Câmpus VIII. “Será bem vista pelo Estado toda ação que possa contribuir com projetos que atuem na melhoria da qualidade de vida do Curimatú, do Cariri e demais regiões. Analisaremos a viabilidade financeira das propostas. O Governo acredita que seja melhor aplicar e investir recursos numa instituição do próprio Estado do que trazer tecnologia de fora”, relatou o secretário.


A próxima etapa consiste no levantamento dos custos e investimentos necessários à concretização do projeto, para que seja apreciado pelo Estado e empresas parceiras. A iniciativa também está vinculada ao grupo de pesquisa, liderado pelo professor e pesquisador Laércio Leal, “Grupo de Planejamento, Otimização e Estudos Eficientes em Sistemas Hídricos, Climáticos, Energéticos e Geológicos na Região do Curimataú Paraibano”. 



Assessoria de Comunicação da UEPB

CURIOSIDADE: Uma foto história do Campinense Clube


O time de futebol do Campinense Clube no ano de 1919, mais precisamente no m~es de junho daquele ano, do século passado. Na foto, da esquerda para direita, em pé, o grande Bioca, que foi o encarregado de dar vida ao futebol paraibano, sendo responsável pela fundação de diversas equipe, em Campina Grande e em João Pessoa. 

5 de dezembro de 2015

Universidade Aberta à Maturidade e INSA lançam filme sobre histórias de vida de idosos no semiárido paraibano


No próximo dia 9 dezembro, às 19h, no Cine Teatro São José, em Campina Grande, será lançado o lançamento do filme “Idosos do semiárido: Histórias de vida, socialização de saberes”. O documentário será exibido dentro da mostra “Semiárido em Tela”, como  resultado da oficina de audiovisual ministrada pelo Instituto Nacional do Semiárido (Insa) e Unidade de Pesquisa do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para os alunos da Universidade Aberta à Maturidade (UAMA) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

O projeto “Semiárido em tela: popularizando a ciência através do cinema”, realizou 10 oficinas para um grupo formado por 30 dos 100 alunos matriculados na turma da UAMA, Câmpus de Campina Grande. A oficina abordou as peculiaridades do Nordeste brasileiro e foi ministrada pela jornalista e pesquisadora do INSA, Raquel Baster Santos, e pela diretora de Arte e Mídia, Kilma Russano.

Durante os encontros, os participantes puderam contar histórias e obter informações que ajudaram na elaboração do roteiro e na construção do filme. O documentário de 15 minutos apresenta relatos dos idosos da UAMA e sua visão de mundo sobre o tema abordado.

O coordenador da UAMA, professor Manoel Freire, disse que o projeto proporcionou aos alunos selecionados a possibilidade não só de colaborarem com uma produção cinematográfica, mas verem suas histórias na tela do cinema. O “Semiárido em Tela” foi idealizado pelo INSA, em parceria com o projeto Cine Mandacaru, e tem como objetivo pesquisar, capacitar, registrar e difundir a ciência e a tecnologia por intermédio do cinema, sendo a própria população protagonista na produção de obras audiovisuais.


4 de dezembro de 2015

UEPB sedia premiação da Olimpíada Paraibana de Química com entrega de medalhas para 75 alunos


Depois de um ano de estudos e participação nas olimpíadas Brasileira, Norte/Nordeste, Brasileira Júnior e Paraibana de Química, a tarde desta sexta-feira (4) foi de congratulação para 75 alunos premiados nas competições escolares. O auditório do Departamento de Psicologia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) recebeu estudantes de várias cidades de todo o Estado para a entrega das medalhas de ouro, prata e bronze, além das menções honrosas pela participação nas olimpíadas.

Segundo Francisco Dantas, professor do Centro de Ciências e Tecnologia (CCT) da UEPB e coordenador da Olimpíada Paraibana de Química, essa competição contou com a participação de 12.820 alunos, o que atendeu às expectativas da organização, mas não deixará de reforçar o interesse em aumentar esse número e estimular os alunos a estudarem ainda mais para que o número de premiados possa aumentar.

“Trabalhamos esse ano com alunos entre 15 e 18 anos e tivemos um resultado muito satisfatório. A maioria dos que foram premiados faz parte do grupo que participou da Olimpíada Paraibana, por isso vamos selecionar os 40 melhores para que eles participem da Olimpíada Norte/Nordeste de 2016, se preparando desde já. Queremos nossos estudantes também sendo premiados em disputas regionais, nacionais e internacionais”, ressaltou o professor Francisco Dantas.

O pró-reitor de Extensão da UEPB, professor José Pereira, que representou o reitor Rangel Junior na solenidade, parabenizou os estudantes e destacou o trabalho da coordenação da Olimpíada Paraibana. Segundo ele, a UEPB participar da organização e sediar mais uma premiação é muito importante para a Instituição, que vê o trabalho sendo desenvolvido desde os professores do curso de Química, como também os alunos da graduação que participam como monitores na preparação dos estudantes.

Para o estudante Samuel Borges, 14 anos, aluno do 9º ano, premiado com medalha de prata, o resultado foi bastante positivo, uma vez que ele não esperava ser premiado em sua primeira participação na Olimpíada Paraibana de Química. “Fiquei surpreso com meu resultado, mas a preparação que os professores fizeram conosco foi importante para que a gente tivesse uma ideia de como a era a prova”, disse.

Já Arlindo Oliveira Neto, 15 anos, medalhista de ouro, valorizou o nível da prova e apontou pontos positivos em participar de atividades desse tipo. Para o aluno do 1º ano, que em 2014 foi medalhista de bronze, ter se esforçado um pouco mais esse ano valeu a pena pelo resultado alcançado. “Quando a gente se dedica mais, estuda mais, é recompensado. Gostei muito da prova e vou me preparar ainda mais para ter um bom resultado nas próximas olimpíadas”, afirmou.

O professor Francisco Dantas fez questão de salientar os motivos do incentivo à participação dos alunos na disputa pedagógica. Segundo ele, além das descobertas de novos talentos, as olimpíadas contribuem para a aproximação do ensino da disciplina às atividades cotidianas dos estudantes, fazendo com eles se sintam entusiasmados e escolher cursos de licenciatura na graduação.

“Quando os estudantes participam das olimpíadas, acreditamos que eles conhecem melhor a disciplina. No caso da Química, além deles enxergarem a matéria com outros olhos, também é interessante que eles escolham cursá-la no ensino superior para que tenhamos um crescimento no número de profissionais formados e habilitados para o ensino da disciplina”, concluiu Francisco Dantas.


8 de novembro de 2015

Dia do Radialista?




O dia de 7 de novembro marcou mais um dia do Radialista. Na verdade, o Dia do Radialista é todos os dias. Lamentavelmente, a cada ano menos comemorado, fruto da desatenção dos senhores proprietários de emissoras, na sua maioria, diferentes da estações de pouco tempo atrás, quado se fazia verdadeiramente RÁDIO.
Hoje, especialmente na Paraíba fazer rádio passou a ser um divertimento para alguns, que, diferentemente do meu tempo - que por sinal ainda é hoje, pois não morri - se apresenta com uma qualidade em termos de programas, ruim, medíocre e pobre de valor\es que possam chamar a atenção de quem o escuta.
Lembro, que, quando fiz teste para tentar uma oportunidade numa emissora de rádio - foi na Caturité de Campina Grande, em 1965 - enfrentei um verdadeiro vestibular. Uma palestra com um dos diretores da emissora sobre assuntos gerais (conhecimentos gerais), a leitura de um editorial sobre um tema atual, redação de dois textos sobre assuntos/temas diferentes e, ainda, leitura de um informativo de curta duração, com informações internacionais, onde você teria que mostrar habilidade, não apenas na leitura, mas, também, conhecimento de idiomas. Lembro, que o locutor Kalil Félix, que comandava os testes ao lado de Mac Dowel Holanda e Evandro Barros, colocaram nas notícias, para leitura os nomes de cantores Udo Jurgens (austríaco), dos cantores Gigliola Cinquette, Domenico Modugno (italianos), Georges Pompideau (político francês), Nikita Kruchev ( premier russo) e, de improviso, você teria que fazer a narração de um sete de setembro, Dia da Independência, com citações de nomes e aspectos históricos marcantes da data.
Era preciso, portanto, ter conhecimento de história (conhecimentos gerais) e um certo desembaraço e conhecimento,também, de inglês, francês, espanhol, etc.
Hoje, nem o nosso idioma é dominado, além de muita gente usar o microfone e dizer "EU SOU RADIALISTA", como me foi dito certa vez por um cidadão. E eu respondi: parabéns! E o radialista de um curso feita às pressas me indagou...e você? No que respondi, sem pestanejar: QUEM ME DERA! EU SOU UM FERRADOR DE CAVALO!. Brincadeira à parte, o cidadão com uma voz de taboca rachada, olhou um pouco desconfiado, mas, fez questão de afirmar que eu tinha uma boa voz e, bem que poderia ser um belo speaker!kkk.
A verdade é que a coisa virou bagunça e, ser radialista aqui na terrinha, não é para qualquer um, mas, para quem assim desejar.
Mas, também é fácil, basta comprar um horário para ter lugar garantido Á FRENTE DO MICROFONE, em determinadas emissoras. Não se se exige nem diploma da universidade, seja federal ou estadual, ou mesmo com mestrado e doutorado na França ou EEUU. Hoje, basta só comprar o horário.
É preciso mudar! Só não entendo uma coisa: os donos dessa emissoras, afirmam que elas não dão lucro e, por isso, não têm mais gerências artística, comercial e departamentos esportivos próprios. Uma lástima o radio que se faz hoje por essas bandas. Mesmo assim, não se aprova a concessão de uma emissora para um radialista ou jornalista. Só quem tem vez é político ou um testa de ferro, que também não manja do negócio
Para finalizar. Certa vez, um desse políticos chorões e mentirosos, lamentou-se num papo com um amigo, afirmando que iria desistir de rádio. Os olhos do amigo brilharam e, imediatamente, ele disse para o dono da rádio, que aceitaria como presente enfrentando todas as dificuldades apontadas pelo político. 'Estás doido rapaz! Eu preciso dela, apesar de tudo, pois a campanha está chegando!'
É isso ai. Rádio NÃO É PARA JORNALISTA. O rádio, eu sei, e, você também, não se acaba, mas, os radialistas, estes sim,  é que vão se acabar, pois a cada dia está mais esquecido. É sofrência!!! 
        
         

TV Assembleia é finalista em prêmio nacional de jornalismo



A TV Assembleia é finalista em Prêmio Nacional de Jornalismo promovido pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). A reportagem “Filhos de Augusto, o despertar da leitura e a busca do ‘Eu”, foi a única selecionada no Nordeste e concorre com outras duas emissoras de São Paulo. O prêmio será entregue no dia 19 de novembro, em Brasília.

Para o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino, a indicação deste prêmio para a final nacional só demonstra o grandioso papel que a TV Assembleia tem na divulgação de iniciativas exitosas no Estado. “A indicação para finalista do prêmio nacional referenda o trabalho sério e comprometido de toda a equipe da TV Assembleia. Desde que assumimos essa legislatura realizamos um reposicionamento e reestruturação do núcleo de Comunicação. Ampliamos os canais de interatividade, com o objetivo de mostrar a população o trabalho da Casa de Epitácio Pessoa. Ser indicado para finalista de um prêmio nacional muito nos honra e mostra que estamos no caminho certo”, comemorou o presidente Adriano Galdino.
A reportagem conta a história do incentivo à leitura realizado na cidade de Sapé pelo professor Jairo César, conterrâneo de Augusto dos Anjos e que tomou a iniciativa após verificar a falta de acesso dos estudantes da cidade aos livros do poeta. Através de rodas de leitura com livros doados, ele começou um projeto que mudou a realidade de vários estudantes da cidade.
A matéria foi apresentada pelo jornalista Wanderley Filho, teve como repórter cinematográfico Hiran Medeiros, assistência de Severino Sales, edição de texto de Wellyton Queiroz, edição de vídeo de Agerdeon da Nóbrega e produção de Normando Dias Junior.
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Universidade Estadual da Paraíba reformula sistema de vigilância e otimiza atuação do plano de segurança

Um arrojado plano de segurança montado pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através da Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) tem conseguido tornar o Câmpus I, em Campina Grande, mais seguro para a sua comunidade acadêmica. O organograma de segurança envolve um grande aparato de equipamentos, que vai desde o monitoramento através de câmeras de TV, sistema de alarme, uso de rádio comunicação até a vigilância motorizada e armada, terceirizada e o grupo orgânico composto por agentes de segurança do quadro da Universidade.
SegurancaInterna2Uma das medidas adotadas pela Administração Central para garantir maior segurança da comunidade, de forma preventiva, foi a implantação de um sistema de vigilância eletrônica em todo o Câmpus. No total foram instaladas 230 câmeras. Os equipamentos monitoram todos os espaços como prédio da Reitoria, o Centro de Integração Acadêmica (CIA), Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), Centro de Ciências e Tecnologia (CCT) e elevador. Nenhum movimento passa despercebido pelas câmeras.
As imagens captadas pelas câmeras são enviadas em tempo real através de cabos de fibra óptica, gravadas e ficam armazenadas por até um mês no Setor de Segurança. Todo o trabalho é acompanhado em uma Central de Monitoramento que funciona 24 horas na Pró-Reitoria de Infraestrutura. A Central consegue captar de uma só vez até 130 imagens ao vivo de todos os locais do Câmpus.
O chefe de segurança da UEPB, Joel Furtado, e os consultores Dimitri Petrossian e Rodrigo Lima, confirmam que as medidas preventivas têm ajudado a Universidade a combater os furtos e facilitado o trabalho da vigilância terceirizada e orgânica. Para tornar ainda mais eficaz o plano, a Pró-Reitoria de Infraestrutura já iniciou a implantação de um moderno sistema de alarme que vai complementar o trabalho de monitoramento das câmeras de TV. No total, 50 alarmes adquiridos recentemente, através de Licitação, serão instalados em toda extensão do Câmpus de Bodocongó.
“Em cada setor que a gente perceber que existe necessidade, haverá um alarme que será monitorado da Central”, explicou o consultor de segurança Rodrigo Lima. Caso o alarme dispare, uma pessoa que opera a Central de Monitoramento, imediatamente acionará a vigilância motorizada que se deslocará até o local para verificar se houve alguma ocorrência. Ainda neste semestre, a Universidade também deverá implantar novas câmeras de alta resolução que captarão imagens com maior nitidez.
Aumento de rondas e posto de polícia comunitária
Reunião PMA UEPB também estuda a possibilidade de firmar parceira com a Polícia Militar para a instalação de uma Unidade de Policiamento Solidário dentro do Câmpus. Em recente reunião com o comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar (2º BPM), major Gilberto Felipe, a equipe de segurança da Instituição discutiu alternativas para ampliar as ações preventivas na área do Câmpus I.
Conforme discutido na reunião, a Universidade tem a proposta de iniciar um projeto de construção de área para a instalação de um posto de polícia comunitária nas proximidades da UEPB. Joel afirmou que essa ideia será amplamente debatida, mas já foi bem recebida pelo major Gilberto que se prontificou a apresentar o projeto ao Comando Geral da PM e, uma vez a proposta sendo aprovada, seria possível a implantação do posto funcionando diariamente, como já acontece em diversos bairros de Campina, garantindo mais segurança para a área.
Na reunião ficou definido que a quantidade de rondas na localidade será ampliada e que os seguranças da UEPB manterão contato direto com os policiais militares no intuito de tornar mais eficiente a prestação do serviço de segurança na região. “Sentimos grande compromisso por parte do major Gilberto em colaborar com as questões relativas à melhora da segurança no Câmpus I. Ele se comprometeu em intensificar o serviço de ronda na área, para que ela se torne mais constante, o que será muito importante para todos, já que a polícia estará mais presente. De nossa parte estamos viabilizando uma série de equipamentos de rádio para que nossos seguranças se comuniquem com a polícia mais rapidamente”, explicou Joel.
Reformulação no sistema de vigilância armada não reduz segurança
Com a proposta se reduzir custos e otimizar os serviços de segurança, a UEPB está promovendo um ajuste no setor de vigilância armada. Isso porque, conforme explicou o pró-reitor de Infraestrutura, Álvaro Luís, o contrato com a empresa terceirizada se venceu e a Instituição optou em fazer um novo contrato por ata de adesão, mas sem diminuir o aparato de segurança empregado em todo o Câmpus.
Desta forma, a Universidade vai abrir uma seleção simplificada para contratar 35 vigilantes que se juntarão aos 84 vigilantes terceirizados, mais os 40 homens que integram o quadro efetivo e que realizam a vigilância orgânica. O edital de seleção será lançado nos próximos dias e, com isso, o setor de segurança terá mais profissionais na equipe. Antes a Instituição contava com 147 vigilantes. Com os ajustes, passará a contar com 159 pessoas garantindo a segurança do local, incluindo a vigilância motorizada.
Dimitri Petrossian, consultor em segurança da UEPB, observa que a Universidade manter toda a vigilância armada não representa, necessariamente, maior segurança. Pelo contrário, é até mais um risco, uma vez que os bandidos têm agido muito mais no sentido de roubar armas de vigilantes para utilizá-las em outros crimes e não em busca do patrimônio da Universidade.
Nos últimos dois anos, Universidade investiu em segurança recursos superiores a R$ 5 milhões. Com a reformulação do sistema, a UEPB, de imediato, faz as despesas mensais com segurança armada terceirizada caírem de R$ 513.175,00 para 252.479,06, uma vez que o novo contrato por ata de adesão tem como finalidade reduzir e otimizar os custos com segurança, melhorando a qualidade do serviço prestado.
Iluminação e cercamento do Câmpus I
Além do monitoramento eletrônico e da instalação de câmaras de segurança, outra medida adotada e que está sendo executada pelo Setor de Engenharia Elétrica diz respeito à revisão e manutenção corretiva da iluminação externa do Câmpus de Campina Grande, de modo a aumentar a visibilidade e segurança geral do local.
Para isso, foram instaladas lâmpadas de vapor metálico de alta eficiência e baixo consumo, garantindo ótima luminosidade nos ambientes de circulação do Câmpus. Também foi realizada a poda de árvores para evitar espaços sem iluminação. Outra medida adotada foi solicitar o reforço de rondas policiais dentro e no entorno do Câmpus Universitário.
Em breve, a Administração Central da UEPB vai iniciar a execução do projeto de cercamento do Câmpus. A proposta é cercar as ruas dentro da Universidade, o que dará ainda mais segurança a comunidade. O projeto orçado em R$ 1,8 milhão está em fase de licitação, segundo a Pró-Reitoria de Gestão Administrativa. O edital já está sendo elaborado para ser encaminhado para a Controladoria Geral do Estado (CGE), antes de ser publicado.
Cursos de capacitação também têm sido realizados pelo setor de Segurança periodicamente com todos os vigilantes dos oito Câmpus da Instituição. Todas as medidas visam garantir mais proteção aos estudantes, professores e funcionários da Instituição. As ações em segurança preventiva têm alcançado bons resultados, com a redução significativa de ocorrências no Câmpus Universitário. Este ano, entre janeiro e outubro, foram registradas apenas cinco ocorrências em todo o Câmpus. Atenta a todos os movimentos nas áreas da Universidade, a equipe de vigilantes conseguiu impedir a atuação de três homens que planejavam praticar furtos no Câmpus.
Texto: Severino Lopes
Fotos: Givaldo Cavalcanti

2 de novembro de 2015

Mestrado em Serviço Social abre inscrições para formação de nova turma com oferta de 15 vagas

 Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) lançou edital para formação de nova turma do Mestrado Acadêmico, com oferta de 15 vagas. As inscrições dos interessados acontecem até o dia 20 de novembro, das 8h às 12h, na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social, Centro de Integração Acadêmica, 3º andar, Sala 309, Rua Domitila Cabral de Castro, S/N, Bairro Universitário, Campina Grande-PB.
Também são aceitas inscrições por via postal (SEDEX), com aviso de recebimento (AR), desde que a documentação seja recebida pela Comissão de Seleção até às 17h do dia que antecede a homologação das inscrições, ou seja, até às 17h do dia 25 de novembro.
Para fins de inscrição, são exigidos os seguintes documentos: formulário de Inscrição preenchido, sendo obrigatório indicar a opção da Linha de Pesquisa para a qual estará concorrendo (Serviço Social, Estado, Trabalho e Políticas Sociais ou Gênero, Diversidade e Relações de Poder) e a opção para realização do Exame de Proficiência em Língua Estrangeira (Língua Inglesa ou Língua Francesa); uma fotografia 3×4 recente; cópia da Carteira de Identidade, CPF, Diploma, Certidão ou Declaração de Conclusão do Curso de Graduação; Currículo Lattes cadastrado na Plataforma do CNPq e devidamente comprovado; além de Projeto de Pesquisa.
A seleção terá quatro etapas: prova de conhecimento específico, no dia 1º de dezembro; arguição do projeto de pesquisa, de 14 a 16 de dezembro; análise do currículo, no dia 17 de fevereiro de 2016; e exame de proficiência em Língua Estrangeira, no dia 1 de março de 2016. O resultado final do processo seletivo será divulgado no dia 10 de março.
O edital completo pode ser acessado no link http://www.uepb.edu.br/programas-de-pos-graduacao/.

1 de novembro de 2015

Deputado diz que Governador esquece segurança pública e só pensa nas eleições de 2016

O deputado estadual João Henrique (DEM), durante pronunciamento da tribuna da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), nesta quarta-feira (28), expressou preocupação quanto a insegurança pública e hídrica e do Estado, em especial, do Cariri paraibano.

O parlamentar lembrou que, de acordo com levantamentos oficiais, hoje em dia a média mensal de homicídio chega aos 122 registros e que, tal número, tende a aumentar de forma considerável, uma vez que o Governo do Estado reduziu as cotas de combustíveis para as viaturas. “Significa dizer que haverá menos vigilância, policiamento ostensivo e preocupação com a segurança pública no nosso estado”, enfatizou João Henrique.

O deputado, durante ilustração da sua fala, lembrou que apenas entre os dias 23 e 25 de outubro, houve o registro de pelo menos dezoito homicídios, significando, nove por dia.

“Tal número é assustador mas, ao invés de haver reforço no policiamento ostensivo e na segurança pública, houve sim, uma redução nas cotas de combustíveis para os veículos policiais”, lamentou o parlamentar, que acredita estar a preocupação do Governo do Estado voltada apenas para a pré-candidatura de João Azevedo ao comando da Prefeitura de João Pessoa.

“Faço questão de deixar deveras claro neste instante, que a única preocupação do Governo do Estado não é com a segurança hídrica ou com a pública, mas, sim, com a eleição de 2016, com a pré-candidatura de João Azevedo em João Pessoa, quando tudo poderia ter sido deixado para o ano que vem”, afirmou o deputado estadual João Henrique.


JESUS: LUNÁTICO, DEMÔNIO OU DEUS VERDADEIRO?


Gilson Souto Maior Junior, Pastor Sênior da Igreja Batista do Estoril.
A mensagem de Jesus sempre causa certo frenesi, principalmente quanto ao conteúdo. Alguns o veem como um mito, uma invenção da prodigiosa mente humana, ou como um filósofo moralista e ainda como um ser iluminado que veio trazer uma mensagem de amor, um exemplo a ser seguido. Mas para a fé cristã não há dúvidas: Jesus Cristo é o Filho de Deus, a expressão exata de Deus Pai. Ou como lemos no Credo Apostólico: “Cremos [...] em um Senhor Jesus Cristo, o unigênito Filho de Deus, gerado pelo Pai antes de todos os séculos, Luz de Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado não feito, de uma só substância com o Pai, pelo qual todas as coisas foram feitas [...] (BETTENSON, 2011, p.63)”.
O que Jesus disse sobre Si mesmo? Muito bem, Jesus afirmou ser Deus. O nome de Deus em hebraico é YHWH (Yahweh ou Javé), transcrito em nossas Bíblias como SENHOR (em letras maiúsculas) e foi revelado a Moisés no monte Sinai: “EU SOU O QUE SOU” (Êxodo 3:14). Jesus declarou aos judeus: “[...] Em verdade, em verdade vos digo que, antes que Abraão existisse, Eu Sou” (João 8:58). Essa declaração reivindica não apenas a existência antes de Abraão, mas principalmente a igualdade Dele com o “EU SOU” de Êxodo 3:14. Os judeus compreenderam tão bem essa declaração que queriam apedrejá-lo por blasfêmia (cf. Marcos 14:62; João 8:58; 10:31-33; 18:5,6).
Além disso, Jesus aceitou a glória de Deus. O profeta: “Eu sou o SENHOR; este é o meu nome. Não darei a minha glória a outro, nem o meu louvor às imagens esculpidas” (Isaías 42:8). E escreveu também: “Assim diz o SENHOR, Rei de Israel, seu Redentor, o SENHOR dos Exércitos: Eu sou o primeiro, e sou o último, e além de mim não há Deus” (Isaías 44:6). Semelhantemente Jesus orou: “Agora, pois, glorifica-me, ó Pai, junto de ti mesmo, com a glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse” (João 17:5). Ou seja, Ele se identifica com Yahweh em glória.
Embora o Antigo Testamento proíba a adoração a qualquer pessoa além de Deus (Êxodo 20:1-4; Deuteronômio 5:6-9), Jesus aceitou adoração (Mateus 8:2; 14:33; 15:25; 20:20; 28:17; Marcos 5:6). Os discípulos atribuíram a Ele títulos que o Antigo Testamento reservava somente a Deus, tais como: O Primeiro e o Último (Apocalipse 1:17; 2:8; 22:13); A verdadeira luz (João 1:9); A Rocha ou Pedra (1Coríntios 10:4; 1Pedro 2:6-8; cf. Salmo 18:2; 95:1); O marido (Efésios 5:28-33; Apocalipse 21:2); O Supremo Pastor (1Pedro 5:4) e Grande Pastor (Hebreus 13:20). Também atribuíram a Jesus as atividades divinas da criação (João 1:3; Colossenses 1:15,16), redenção (Oséias 13:14; Salmo 130:7), perdão (Atos 5:31; Colossenses 3:13; cf. Salmo 130:4; Jeremias 31:34) e julgamento (João 5:26).
Eles usaram títulos divinos ao se referir a Jesus. Tomé declarou: “Senhor meu e Deus meu!” (João 20:28). Paulo declara que em Jesus “[...] habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Colossenses 2:9). Em Tito, Jesus é chamado de “nosso grande Deus e Salvador” (Tito 2:13). O autor aos Hebreus, ao falar de Cristo, declara: “Mas sobre o Filho diz: O teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos [...]’” (Hebreus 1:8; cf. Salmo 45:6,7). Cristo reflete a glória de Deus, que leva a marca da sua natureza e sustenta o universo (Hebreus 1:2-6). Paulo diz que, antes de Cristo existir como ser humano, já existia como Deus (Filipenses 2:5-8). O prólogo do Evangelho de João não mede palavras para descrever o Filho: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1). Aqui, no texto grego, o artigo é definido de modo que não fala que o Verbo era um Deus, mas literalmente o Deus (kai théos en hó logos).
Jesus afirmou igualdade com Deus reivindicando as prerrogativas Dele. Por exemplo, Ele afirmou ser juiz de todos (Mateus 25:31-46; João 5:27-30; cf. Joel 3:12). Ele disse ao paralítico: “[...] Filho, os teus pecados estão perdoados” (Marcos 2:5b). Os escribas entenderam onde Ele queria chegar e por isso disseram: “Por que esse homem fala dessa maneira? Ele está blasfemando! Quem pode perdoar pecados senão um só, que é Deus?” (Marcos 2:7b). Jesus afirmou possuir o poder de ressuscitar e julgar os mortos, poder que apenas Deus possui (João 5:21,29; cf. Deuteronômio 32:39; 1Samuel 2:6; Salmo 2:7). Jesus reivindicou a honra devida a Deus (João 5:23). Os judeus que O ouviam sabiam que ninguém devia afirmar ser igual a Deus dessa maneira e por isso pegaram em pedras para apedrejá-lo (João 5:18). Fica evidente que Jesus não alegou ser outra coisa, senão que era Deus em forma humana.
Diante de tudo isso, temos que concordar com o grande escritor C.S. Lewis (1898-1963), que na sua obra “Cristianismo puro e simples” fez a seguinte afirmação: “Estou tentando impedir que alguém repita a rematada tolice dita por muitos a seu respeito: ‘Estou disposto a aceitar Jesus como um grande mestre da moral, mas não aceito a sua afirmação de ser Deus.’ Essa é a única coisa que não devemos dizer. Um homem que fosse somente um homem e dissesse as coisas que Jesus disse não seria um grande mestre da moral. Seria um lunático – no mesmo grau de alguém que pretendesse ser um ovo cozido – ou então o diabo em pessoa. Faça a sua escolha. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou não passa de um louco ou coisa pior. Você pode querer calá-lo por ser um louco, pode cuspir nele e matá-lo como a um demônio; ou pode prosternar-se a seus pés e chamá-lo de Senhor e Deus. Mas ninguém venha, com paternal condescendência, dizer que ele não passava de um grande mestre humano. Ele não nos deixou essa opção, e não quis deixá-la” (LEWIS, 2009, p. 69,70).
Sim, Jesus é o que disse ser. Ele não é um espírito iluminado, muito menos um filósofo da moral. Ele não é um simples profeta nem um dos maiores; Ele não é um mito, nem uma invenção. Ele é o Rei dos reis e Senhor dos senhores, o Filho Unigênito de Deus, que veio ao mundo, assumiu a nossa natureza humana, sem pecado, Santo e Puro, para morrer em favor dos pecadores e restaurar o caminho até Deus. Por isso Ele podia dizer: “Jesus lhe respondeu: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém chega ao Pai, a não ser por mim” (João 14:6).


28 de outubro de 2015

Organização do X Comunicurtas UEPB inscreve voluntários para atuação nas equipes de apoio do festival

X Comunicurtas - Fundo AzulA Coordenação Geral do X Festival Audiovisual de Campina Grande – Comunicurtas UEPB está com inscrições abertas até o dia 4 de novembro para os interessados em atuar como voluntário nas equipes de apoio do evento.  Para se inscrever, o interessado deve preencher a ficha de inscrição disponível no tópico “Inscrições de Voluntários” no site do festival e enviar e-mail para uepbcomunicurtas@gmail.com  com cópia de documento de identificação e uma foto digitalizada para confecção de crachá.
Serão selecionadas até 120 pessoas para trabalharem durante os cinco dias do evento. Elas serão distribuídas nas áreas de Cerimonial e Recepção; Produção (secretaria, apoio às oficinas, logística – hospedagem, transporte e alimentação); Técnica (som, luz, montagem estrutural, projeção dos vídeos); e Assessoria de Comunicação e Mídias (assessoria de imprensa, divulgação, fotografias, rádio e vídeos).
Os demais inscritos e não selecionados vão compor um cadastro de reserva e podem ser chamados, se houver necessidade. O resultado da seleção será divulgado no site www.uepb.edu.br/comunicurtasuepb, no dia 10 de novembro, e após a divulgação os selecionados serão convocados para reuniões de organização dos trabalhos.
Ao final do festival, o voluntário receberá um certificado com carga horária e descrição do trabalho realizado. Em sua 10ª edição, o Comunicurtas UEPB vai premiar as melhores produções audiovisuais nas mostras competitivas “Tropeiros da Borborema de Curta Metragem”, “Brasil de Curta Metragem”, “Estalo”, “A Ideia é….” e “Tropeiros de Telejornalismo”. Este ano, o festival presta homenagem ao cineasta e documentarista paraibano Vladimir Carvalho, que está completando 80 anos, além de reverenciar os idealizadores do cineclubismo de Campina Grande.
O Comunicurtas é realizado pela Universidade Estadual da Paraíba, através do Departamento de Comunicação Social (DECOM), Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) e Coordenadoria de Comunicação (CODECOM).
Texto: Severino Lopes

Reitor da Universidade Estadual da Paraíba é impedido por grevistas de cumprir atividades administrativas

DSC_0019O reitor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), professor Rangel Junior, foi impedido pelo comando de greve dos professores de cumprir suas atividades administrativas na manhã desta terça-feira (27), no Gabinete da Reitoria, no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande. Acampados no Gabinete, os grevistas tentaram impedir a entrada do reitor e sua equipe no setor onde iria ser realizada uma reunião administrativa previamente agendada para tratar sobre o planejamento de ações para o encerramento do exercício financeiro de 2015 e medidas de contenção de despesas.
DSC_0023Após conseguir abrir a porta de entrada do Gabinete, o reitor foi até a sua sala de trabalho pedir que os grevistas desocupassem o espaço para que as atividades da Administração Central da Universidade pudessem ser realizadas. Com gritos e apitos, os professores se negaram a sair do Gabinete, obrigando o reitor a se deslocar junto com sua equipe para o Auditório da Biblioteca Central, onde a reunião aconteceu.
DSC_0027Mesmo tendo conhecimento de que a questão do reajuste salarial é uma prerrogativa exclusiva do Governo do Estado, os grevistas acampados no Gabinete cobraram do reitor a implantação do reajuste, medida que encontra em decreto governamental, recomendação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e parecer da Procuradoria Geral do Estado (PGE) os dispositivos legais que impedem o reitor de deliberar sobre o assunto.
Rangel Junior explicou novamente sobre a questão e lamentou a falta de bom senso da categoria, que teve toda a sua pauta interna de reivindicações atendida positivamente pela Reitoria da UEPB, mas mesmo assim continua com suas atividades paralisadas, prejudicando milhares de alunos que estão sem aulas e a população carente que necessita dos serviços prestados e das ações desenvolvidas pela Universidade.
DSC_0050“Noventa e nove por cento da pauta apresentada foi atendida. O que não atendi de imediato, assumi o compromisso documentado de assegurar o cumprimento ao longo do ano de 2016. Mas para isso a Universidade tem que voltar a normalidade. Não tem como ir além do que já está definido. Tudo o que os professores reivindicaram à Reitoria foi atendido. Resta apenas a questão salarial, que não é competência da Reitoria. E se não é de competência da Reitoria, por que então ocupar o Gabinete e impedir o reitor de trabalhar? Acho que é um equívoco e espero que eles revejam e corrijam esse equívoco”, destacou.
DSC_0035Para o reitor, a ocupação do Gabinete da Reitoria está causando mais um transtorno para além do que já foi causado, porque afeta somente ao reitor e aos que trabalham no setor. “A ninguém mais incomoda esse tipo de atitude. A minha leitura é de que é uma atitude de confronto com o reitor e com os que trabalham na Reitoria e isso não ajuda a resolver os problemas. O que poderia resolver seria suspender a ocupação e suspender imediatamente a greve para que a gente possa, com a comunidade toda presente, rediscutir os rumos da Universidade e do movimento e buscarmos alternativas com toda a comunidade e não apenas com um pequeno número de pessoas que acreditam que serão os que terão a salvação dos caminhos da Universidade. Entendo que ou toda a comunidade participa desse debate, e para isso as atividades devem retornar, ou não vamos encontrar uma saída”, ressaltou Rangel Junior.
Conforme Rangel Junior, o diálogo precisa ser estabelecido com todos – professores, técnicos e estudantes – “no sentido de se fazer um reflexão do momento e sobre que tipo de atitude cada um pode tomar. Como foi visto o comando de greve foi intransigente e não admitiu liberar a sala para que a equipe da Reitoria pudesse trabalhar. Então vamos buscar as vias legais e possíveis para que eu possa ter o direito de voltar ao meu local de trabalho”.
Texto e fotos: Tatiana Brandão

23 de outubro de 2015

Sessão especial lembra da importância do diagnóstico precoce do câncer de mama

Durante encontro foram apresentados números preocupantes sobre a situação da doença no Brasil

Dentro do mês dedicado à conscientização para o cuidado contra o câncer de mama, a deputada estadual Daniella Ribeiro (PP), realizou na tarde desta quinta-feira (22), sessão especial na Assembleia Legislativa que contou com a presença de entidades e órgãos envolvidos com a causa e que realizam trabalhos em todo o Estado.
Durante seu discurso, a deputada lembrou que essas ações para a conscientização da necessidade de exames e cuidados para a prevenção do câncer de mama, começou somente na década de 1990 e que seus resultados foram positivos. Porém, ela ressaltou que ainda precisamos avançar mais. “Devemos não apenas mostrar a importância do diagnóstico precoce, mas oferecer condições para que tal diagnóstico se efetive. Não basta somente conscientizar sobre o tratamento, mas fazer com que ele chegue ao maior número de pessoas”, enfatizou.   

Somente neste ano, já foram registrados 143 óbitos, frente aos 241 contabilizados em 2014, e 212 ocorridos em 2013. Diante desse cenário a mastologista, Eulina Ramalho, membro do Conselho Brasileiro de Mastologista, lembrou o caos ocorrido no último dia 17, no Hospital Laureano, em que se esperava 300 mulheres para realizar o exame e duas mil compareceram.

“Essa demanda reprimida é reflexo do um grave problema de acesso ao exame. A incidência do câncer de mama está aumentando no Brasil, e consequentemente, a mortalidade por conta da doença também cresceu. Em outros países esse número é decrescente, precisamos mudar nossa realidade, somente 10% das mulheres que procuram o exame conseguem realiza-lo. Nosso outubro está deixando de ser rosa, e se tornando cinza”, ponderou a médica.

Eulina ainda informou que em toda Paraíba, segundo a Secretaria de Saúde em parceria com o Sistema Único de Saúde, existem 30 mamógrafos, sendo 18 na rede particular e 12 na rede pública.

Estiveram presentes na sessão a presidente da ONG Amigos do Peito, Joana Barros, o secretário de saúde do município de Sumé, Antônio Sarmento, representando o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde da Paraíba, dentre outras autoridades.   


22 de outubro de 2015

Bruno defende que municípios integrem ação para salvar Boqueirão e alerta: “Estamos a caminho de um colapso que paralisará um milhão de paraibanos”

O deputado Bruno Cunha Lima defendeu hoje na Assembléia Legislativa que as 26 localidades (18 municípios e 8 distritos) abastecidas pelo Açude Epitácio Pessoa integrem ação – Junto com Governo do Estado e União – para desassorear o reservatório. “Estamos a caminho de um colapso que paralisará um milhão de paraibanos”, alertou.


O Boqueirão – que atualmente estoca apenas 15% de sua capacidade – foi construído há quase 60 anos.
“Ao longo desse período, o açude sofreu processos de assoreamentos e, ao mesmo tempo, passou a abastecer todas essas localidades, quando originalmente foi construído para atender somente três cidades”, apontou o deputado, que ainda acrescentou:
“Isto significa que os 540 milhões de metros cúbicos de armazenamento foram reduzidos para 400 milhões, o que representa apenas 74% da sua capacidade”.
Participação de todos
Bruno acredita que o colapso do Boqueirão só será contido caso haja integração de todas as prefeituras atendidas pelo açude, junto com os governos estadual e federal.
“Estes municípios têm maquinários pesados que, em conjunto, podem ajudar a restituir a capacidade original do reservatório e evitar que este desgaste, aliado aos ciclos de estiagem, instale a degradação do abastecimento”.
Para o parlamentar, é preciso preparar o Boqueirão para as chuvas e também para a chegada das águas da transposição. “Esperar pela ação dos governos – estadual e federal – não é a solução, especialmente quando as demandas têm caráter emergencial; é preciso a união de todos”, concluiu o deputado.



Bom Sucesso e Brejo dos Santos são beneficiados com perfuração de poço amazonas, confirma Gervásio

O deputado Gervásio Maia (PMDB) confirma a realização da perfuração do poço amazonas na bacia do Açude do Carneiro, localizado no município de Jericó. A obra vai beneficiar a população da região de Bom Sucesso e Brejo dos Santos solucionando provisoriamente o abastecimento de água.


Segundo o deputado Gervásio Maia, o trabalho que será realizado pelo Governo do Estado vai amenizar o colapso enfrentado pelos dois municípios. "Conversei com o presidente da Cagepa, Marcus Vinícius Neves, e o mesmo confirmou que o projeto foi aprovado pela direção da Empresa e as obras devem ser iniciadas nos próximos dias", afirmou o parlamentar.

O deputado informou que o volume de água existente no açude do Carneiro é insuficiente para o consumo humano. Ele agradeceu ainda o desempenho e esforço dos prefeitos de Bom Sucesso, Ivaldo Washignton, e de Brejo dos Santos, Luiz Vieira, que contribuíram para que a construção do poço amazonas se torne realidade.

O parlamentar destacou, ainda, o empenho do Governo Estadual em resolver a problemática da região e disse está ansioso para que a população seja agraciada com a perfuração do povo. “Estamos trabalhando constantemente para que o povo paraibano, que tem sofrido com a falta d’água possa ter melhores condições de vida”, ressaltou.

O açude do Carneiro tem capacidade para armazenar 31 milhões de metros cúbicos de água, mas devido à falta de chuvas, entrou em colapso, o que impossibilita que a água chegue até as torneiras da população dos municípios de Bom Sucesso, Brejo dos Santos.


18 de outubro de 2015

SERÁ QUE JESUS EXISTIU MESMO? (parte 02)




Gilson Souto Maior Junior, Pastor Sênior da Igreja Batista do Estoril
                                                    E-mail: gilsonsmjr@hotmail.com

Semana passada começamos uma análise sobre a existência de Jesus. Flávio Josefo descreveu o Senhor Jesus da seguinte forma: “Nesta época viveu Jesus, um homem excepcional, pois realizava coisas prodigiosas [...] Quando, denunciado pelos nossos chefes religiosos, Pilatos o condenou à cruz, aqueles que a ele se haviam afeiçoado desde o princípio não deixaram de amá-lo, porque lhes aparecera ao terceiro dia, novamente vivo, como os divinos profetas o haviam declarado [...] Mesmo em nossos dias, não se extinguiu a linhagem dos que por causa dele se chamam cristãos” (Antiguidades 28:33).
Muitos críticos têm questionado este texto de Josefo, por ter sido ele um judeu de linhagem sacerdotal. Até o apologista cristão Orígenes (185-254 d.C.) disse que Josefo não acreditava que Jesus fosse o Messias. Entretanto, o documento tem uma boa evidência textual na menção de Jesus e não há nenhuma indicação que o estilo fosse diferente do que Josefo escrevesse. Uma versão em árabe do texto de Josefo contém a seguinte informação: “Nessa época havia um homem sábio chamado Jesus. Seu comportamento era bom, e sabe-se que era uma pessoa de virtude. Muitos dentre os judeus e de outras nações tornaram-se seus discípulos. Pilatos condenou-o à crucificação e à morte. E aqueles que haviam sido seus discípulos não deixaram de segui-lo. Eles relatam que ele lhes havia aparecido três dias depois da crucificação e que ele estava vivo [...] talvez ele fosse o Messias, sobre o qual os profetas relatavam maravilhas” (GEISLER, 2002, p.449).
Talo, escritor samaritano, por volta do ano 52 d.C. fez uma citação sobre Jesus. Nenhuma de suas obras sobreviveu, mas algumas citações fragmentadas foram preservadas em outros autores. Um desses é Júlio Africano (160-240 d.C.), que, por volta de 221 d.C., cita Talo numa discussão sobre a escuridão que seguiu a crucificação de Cristo: “No mundo inteiro caiu uma escuridão tenebrosa; as rochas foram partidas por um terremoto, e muitos lugares na Judéia e outros distritos foram derrubados. Essa escuridão, Talo, no terceiro dos livros que escreveu sobre a história, explica essa escuridão como um eclipse do Sol – o que me parece ilógico”. Júlio identifica a escuridão que Talo considerou um eclipse solar como a escuridão na crucificação descrita em Lucas 23:44,45.
Outros documentos extrabíblicos importantes aparecem em documentos oficiais do governo romano. Um destes foi Plínio, o Jovem (61/62-114 d.C.), autor e administrador romano que numa carta ao imperador Trajano, por volta de 112 d.C., descreve as práticas dos primeiros cristãos: “[...] o costume de se reunir antes do amanhecer num certo dia, quando então cantavam responsivamente os versos de um hino a Cristo, tratando-o como Deus, e prometiam solenemente uns aos outros a não cometer maldade alguma, não defraudar, não roubar, não adulterar, nunca mentir, e a não negar a fé quando fossem instados a fazê-lo; depois disso tinham o costume de separar-se e se reunir novamente para compartilhar a comida – comida do tipo comum e inocente” (Epístolas 10.96). Esta passagem confirma várias referências do Novo Testamento, entre elas que os cristãos adoravam a Jesus como Deus, que as práticas revelam uma ética forte; também uma referência à festa do Amor e a Ceia do Senhor. Na mesma carta, Plínio chama o ensinamento de Jesus e seus seguidores de “superstição excessiva” e “superstição contagiosa”, que pode se referir à crença e à proclamação cristã da ressurreição de Jesus.
Outra fonte é o Imperador Trajano (53-117 d.C.), que em resposta à carta de Plínio, dá instruções para punir os cristãos: “Nenhuma busca para encontrar essas pessoas deve ser feita; quando eles forem denunciados e condenados, devem ser punidos; mas com a restrição de que, quando a pessoa negar ser um cristão, e provar que não é (ou seja, adorando nossos deuses), ela será perdoada por arrependimento, apesar de ter incorrido em suspeita anteriormente” (Epístolas 10.97).
Outra fonte de testemunho sobre Jesus é o Talmude, que foi compilado entre 70 e 200 d.C., durante o chamado período Tanaíta, e que nos traz informações preciosas sobre o Jesus histórico. O texto mais significativo é o tratado da Mishná: “Na véspera da Páscoa eles penduraram Yeshu e antes disso, durante quarenta dias o arauto proclamou que [ele] seria apedrejado ‘por prática de magia e por enganar Israel e fazê-lo desviar-se. Quem quer que saiba algo em sua defesa venha e interceda por ele’. Mas ninguém veio em sua defesa e eles o penduraram na véspera da Páscoa” (Talmude Babilônico, Sanhedrin. 43a). Essa passagem confirma a crucificação, à época do evento na véspera da Páscoa e a acusação de feitiçaria e apostasia. Esse texto nos informa sobre a proclamação que foi enviada antes da morte de Jesus. Por várias vezes tentaram apedrejá-lo por blasfêmia ou até mesmo prendê-lo, mas não conseguiram (cf. João 8:58,59; 10:31-33,39).
Outras fontes, além das fontes judaicas e romanas, podem ser encontradas. Por exemplo, Luciano de Samosata (125-180 d.C.), autor grego do século II. Suas obras são marcadas pelo sarcasmo ao cristianismo: “Os cristãos, como sabes, adoram um homem até hoje – o personagem distinto que introduziu seus rituais insólitos, e foi crucificado por isso [...] Essas criaturas mal-orientadas começam com a convicção geral de que são imortais, o que explica o desdém pela morte e a devoção voluntária que são tão comuns entre eles; e ainda foi incutido neles pelo seu legislador original que são todos irmãos, desde o momento em que se convertem, e negam os deuses da Grécia, e adoram o sábio crucificado, e vivem segundo suas leis. Tudo isso adotam como fé, e como resultado desprezam todos os bens mundanos, considerando-os simplesmente como propriedade comum” (Morte do peregrino, 11-3). Novamente vemos, num documento não cristão, fala de Jesus adorado como Deus, que Ele introduziu ensinamentos e que foi crucificado por seus ensinamentos, como testifica o Novo Testamento.
Portanto, aqueles que criticam a existência de Jesus o fazem por total ignorância, pois a história apresenta evidências fundamentais da veracidade de Jesus. Semana que vem continuamos.


UEPB disponibiliza sistema de webconferência


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Com o propósito de estreitar distâncias, encurtar tempo e gerar economia em época de crise, a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através da Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC), passou a colocar a disposição da comunidade universitária mais um serviço na área de transmissão de informação e conhecimento.

Trata-se da webconferência, ou Conferência Web, um serviço oferecido pela Rede Nacional de Pesquisa (RNP) que permite que dois ou mais participantes se encontrem virtualmente e compartilhem áudio, vídeo, texto, imagens e utilização de slides através da tela de seus computadores em tempo real pela internet. Na webconferência, cada participante utiliza seu próprio computador, não sendo necessário instalar softwares ou utilizar equipamentos especiais.

O programa adquirido pela equipe da CTIC junto ao RNP já passou pela fase de testes e está pronto para funcionamento. A webconferência permite, por exemplo, que professores possam participar de uma banca de avaliação, online, mesmo estando em outras cidades do Brasil, ou até mesmo no exterior. Durante os testes, diversos alunos em fase de conclusão de cursos, participaram de bancas avaliadoras, utilizando os serviços.  Alguns professores avaliaram a banca mesmo não estando presente na sala de aula, mas usando a nova ferramenta.

Carlos Alberto, coordenador da CTIC, explica que para fazer parte do consórcio da RNP e trazer as novas tecnologias, a Universidade não teve nenhum custo. Os testes foram realizados com sucesso, o que garante a importância da nova ferramenta na Instituição. Além dos testes com os alunos que se submeteram as bancas, também foi realizada uma webconferência entre a Reitoria o Conselho Nacional de Justiça, através da qual o reitor Rangel Junior interagiu online com membros do CNJ, evitando, assim, ter que se descocar até a sede do Conselho para resolver problemas de interesse da Universidade.

“A nossa pretensão é disponibilizar esse serviço para os professores, para os técnicos, alunos e quem mais necessitar dos serviços”, destaca Carlos, acrescentando que a ferramenta terá um papel importante na UEPB, pois permitirá que professores da Instituição possam trocar informações sem necessariamente terem que se deslocar até o Câmpus de Campina Grande.

Para a realização de uma webconferência é necessário o agendamento da sala de reunião, que consiste em um espaço virtual do site onde os usuários irão logar, em dia e horário programados pelos participantes. No caso da UEPB, o agendamento pode ser feito pessoalmente na Sala da CTIC, no prédio da Administração Central, no Câmpus de Bodocongó, ou por telefone, através do número (83) 3315-3357. A ideia é que em breve o interessado possa ter acesso ao serviço através do site da Instituição clicando no link da CTIC.


Na UEPB, o sistema pode comportar até cinco salas funcionando ao mesmo tempo. No entanto, no momento, três salas estão aptas para uso, sendo uma para a Reitoria, outra para o setor de Ensino Médio, Técnico e Educação à Distância da Universidade (EAD) e outra para uso em geral. Em cada sala virtual existe um responsável cadastrado junto à RNP. Este responsável é o “host”, também conhecido como hospedeiro da sala. Na UEPB, cinco pessoas estão credenciadas para atuar como mediadoras nas webconferências. 

17 de outubro de 2015

Nanoespumas e polietireno Trabalho de mestranda da UEPB é premiado em simpósio de pesquisa em materiais

O Mestrado em Ciência e Tecnologia Ambiental da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) vem se destacando na área científica com o desenvolvimento de importantes pesquisas voltadas para a melhoria do meio ambiente. Recentemente, a conquista de prêmio na 14ª Brazil MRS - Reunião da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Materiais comprovou a relevância das pesquisas do Mestrado.




Intitulado "Polystyrene Nano-foams impregnated with SnO2 nanoparticles by TIPS: Application in heterogeneous photocatalysis" (Nanoespumas  e polietireno impregnado com nanopartículas de SnO2 por TIPS: aplicação em fotocatálise), o trabalho da estudante Geovânia Cordeiro Assis foi premiado no evento como melhor poster do Simpósio X – Sol-Gel Materials: From Fundamentals to Advanced Applications.

Embora seja realizado no Brasil, o evento é um braço internacional da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Materiais e, por isso, todos os trabalhos são apresentados na versão em inglês. Resultado da dissertação de mestrado de Geovânia, o trabalho indica a aplicação de novos materiais porosos para tratamento fotocatalítico de poluentes orgânicos em efluentes.

Conforme explicou o professor Rodrigo José de Oliveira, do Departamento de Química e membro permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental, o que Geovânia Cordeiro está desenvolvendo são novas espumas baseadas em poliestireno e nanopartículas de dióxido de estanho, que possuem a capacidade de gerar radicais em água quando irradiadas com energia ultravioleta.

Para isso, é utilizada a técnica de separação de fases induzida por temperatura (TIPS), que promove a formação de um sistema bifásico em escala nanométrica, sendo uma fase rica em polímero e sólidos e outra rica em solvente, gerando o esqueleto poroso que dará origem à nanoespuma. O projeto de dissertação premiado no congresso tem a orientação do professor Rodrigo José de Oliveira e a co-orientação da professora Mary Cristina Ferreira Alves, também do Departamento de Química e do Mestrado em Química da UEPB.




16 de outubro de 2015

UEPB apresenta projeto voltado ao melhoramento dos indicadores sociais de municípios paraibanos




A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através do Mestrado de Desenvolvimento Regional (MDR), realiza no próximo dia 28 de outubro, às 14h, no Auditório III do Centro de Integração Acadêmica, em Bodocongó, a apresentação do projeto “Univer-Cidade”, que visa desenvolver parcerias para melhoramento dos indicadores sociais de municípios paraibanos. Essa iniciativa possibilitará a construção de diagnósticos mais precisos acerca dos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) das localidades.

Proposta que possibilita a presença da UEPB em cidades onde não há câmpus da Instituição, o Univer-Cidade colabora de forma particular para organizar ações focadas na identificação dos problemas nas áreas de Educação, Saúde, Meio Ambiente, Economia Solidária, Governança e outras, para que sejam desenvolvidas atividades de qualificação pessoal para o enfrentamento de questões críticas. De acordo com o professor Cidoval Morais, coordenador do projeto, a intenção é contribuir para a melhora de qualidade da vida da população dos municípios participantes.

“Iremos apresentar formalmente o que é o projeto e como as prefeituras podem se tornar parceiras. Será exposto um conjunto de ações que podem desenvolver várias atividades e como elas podem transformar a realidade local a partir de projetos e acompanhamentos de pesquisadores da Universidade. Com essa parceria também será possível os municípios contribuírem para a recuperação de seus próprios sistemas tecnológicos, já que estaremos socializando o conhecimento produzido com prefeitos, técnicos e gestores”, explica Cidoval.

Além da apresentação do projeto, o evento servirá para exposição dos resultados alcançados nas iniciativas pioneiras nos municípios de Juazeirinho e Caraúbas, que já fazem parte da iniciativa. Em ambos, o Univer-Cidade já mantém grupos de trabalhos que desenvolvem ações nas áreas de Educação, Cultura, Desenvolvimento Econômico, Social e Meio Ambiente. Cidoval destaca que, além dessas duas cidades, outras já integram o projeto através de movimentos sociais e entidades sindicais.

“Já existem atividades sendo desenvolvidas em Coremas, com questões voltadas à água; em São José de Piranhas, onde 210 famílias enfrentam problemas em assentamentos; além de Alagoa Grande e Picuí, que são municípios que têm a realidade socioeconômica muito parecida com tantas outras cidades que possuem baixos indicadores sociais. Por isso também é importante a participação nesse evento dos movimentos sociais, para que possamos ampliar o alcance das ações de desenvolvimento social”, concluiu o coordenador do projeto.