12 de agosto de 2013

CULTURA OU BÍBLIA? O DESAFIO DE SER PAI

Pr.Gilson Jr

Muitos gostam de ressaltar a paternidade de Deus com uma frase popular no mínimo duvidosa: “Deus é Pai não padrasto”. O que essa frase significa? Qual o sentido real dela? Que ser pai é ser bonzinho e ser padrasto é ser um monstro? A vida tem mostrado que isso não é sempre verdade, pois muitos pais são relapsos, crápulas, indignos e nem se preocupam com os filhos que geraram, enquanto que muitos padrastos agem com um amor e cuidado paternal sem igual. Para mim, essa visão é muito pobre, pois ressalta um conceito indigno da pessoa de Deus. Esse conceito se baseia numa falsa concepção de paternidade que se aproxima muito do paternalismo tão bem conhecido em nossa sociedade brasileira.
Infelizmente vivemos numa sociedade que foi construída com a visão de família muito fragmentada, de modo que esses conceitos influenciam a relação pessoal com Deus. No início da colonização não havia mulheres europeias por aqui e uma das soluções foi a de juntar-se às índias. Observemos que a ideia de juntar-se numa relação sem formalismos não é de hoje. Aliás, muitas índias se entregavam aos brancos, pois os índios consideravam normal a poligamia. Os tupis, por exemplo, tinham o hábito de oferecer uma mulher a todo o estranho que fosse viver entre eles. Homens como o aventureiro e explorador português João Ramalho (1493-1580) adotaram muitos dos seus usos e costumes. As crianças nascidas desses amancebamentos eram chamadas curibocas, na língua tupi. Para os brancos, eram mamelucos.
O interessante é como esses conceitos se perpetuaram sem que houvesse um questionamento. Os portugueses que aqui chegaram rapidamente se adaptaram ao estilo indígena. Um homem desejando casar, perguntava a mulher e se a resposta fosse positiva, ao homem bastava pedir permissão ao pai ou a um parente mais próximo. Dada a permissão os “noivos” já se consideravam “casados”. Não havia cerimônias e se ficassem fartos do convívio, consideravam a relação desfeita, e ambos podiam buscar novos parceiros. Além disso, entre os índios havia uma grande liberdade sexual antes do casamento e as moças podiam ter relações com índios ou europeus, e isso não era visto como desonra. Quando as mulheres africanas chegaram aqui essa visão se expandiu. Os portugueses já estavam familiarizados com elas desde o século XV. Portanto, muitos deles acabaram se amancebando ou casando com muitas delas e surgiram assim as famílias mestiças e mulatas. O casamento oficial não era cogitado nestes casos e o normal era que as pessoas começavam a morar juntos e ter filhos.
Qual o conceito de pai que nossa cultura desenvolveu? Diante desse quadro histórico fragmentado não é de ficar admirado que muitos homens não tenham agido no passado como verdadeiros pais, que essa concepção errada de ser pai tenha se transmitido por tantas gerações e assim muitas pessoas tenham uma enorme desconfiança da paternidade Divina. Talvez alguém pense que essa análise seja meio forçada, mas se pensarmos com mais atenção, a cultura se perpetua, muitas vezes de maneira inconsciente.
O Evangelho é a contracultura e um dos aspectos da pregação de Cristo é a mudança dos paradigmas e dos conceitos, substituindo-os pelo padrão Divino. E qual é o padrão Divino? Para Deus, família é algo sério, formado por um homem e uma mulher numa relação alicerçada no amor, no respeito e na mutualidade (Gênesis 2:24; Malaquias 2:4). Aos homens cabe a responsabilidade da liderança de sua família, pautando-se no amor incondicional por sua esposa (Efésios 5:25), vivendo com discernimento e compreendendo a fragilidade delas (1Pedro 3:7), educando seus filhos no temor do SENHOR (Deuteronômio 6:4-13; Efésios 6:4; Colossenses 3:21). Às mulheres são chamadas a serem auxiliadoras fiéis de seus maridos (Gênesis 2:18), cuidando bem de seu lar (Provérbios 31:27), sendo submissas aos seus maridos como a Cristo (Efésios 5:22; 1Pedro 3:1).
Qual o problema? Na nossa cultura os valores do Reino sobre a família são desprezados, inclusive pelos crentes, que muitas vezes preferem seguir um padrão familiar ou uma tradição. E assim, as pessoas querem ter um pai que faça tudo e não cobre nada. Muitos veem com raiva e pavor os conceitos do pai bíblico: “Corrige teu filho, e ele te dará descanso, sim, ele agradará teu coração” (Provérbios 29:17).
Por isso muitos querem ver Deus como um pai indulgente, condescendente no exercício de Sua autoridade. Mas isso não ser pai; é querer um paternalismo Divino que só dá coisas e não exige nada. No entanto, Deus diz claramente: “Meu filho, não rejeites a disciplina do SENHOR, nem te canses da sua repreensão; porque o SENHOR repreende a quem ama, assim como o pai repreende o filho a quem quer bem” (Provérbios 3:11,12). O Escritor aos Hebreus tomando por base Provérbios acrescenta: “É visando à disciplina que perseverais. Deus vos trata como filhos. Pois qual é o filho a quem o pai não disciplina? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos se têm tornado participantes, então, não sois filhos, mas filhos ilegítimos” (Hebreus 12:7,8).
Qual o filho que o pai não disciplina? Ser pai é uma tarefa difícil, árdua, solitária e incrivelmente prazerosa se ela for vivenciada nos princípios divinos. Os pais que não amam seus filhos não se importam com disciplina, não sofrem com a tarefa de orientar, educar e corrigir. Mas os que amam seus filhos – assim como Deus ama os Seus – vão se esforçar todos os dias num padrão que estará acima daquele que a cultura e a mídia determinam. Um pai que deseja ser como o Pai celestial não medirá esforços em educar seus filhos no caminho correto, mesmo que isso lhe faça chorar. Um pai segundo Deus tem essa verdade acima da cultura: “Saberás no coração que o SENHOR, teu Deus, te corrige, assim como um homem corrige o filho” (Deuteronômio 8:5).


A todos os pais que lutam em ser melhores, Feliz Dia dos Pais.

ALPB defende derrubada de vetos a artigos da MP da Seca sobre dívidas rurais

Ricardo Marcelo em defesa dos produtores rurais

A Assembleia Legislativa da Paraíba vai interceder aos senadores e deputados que analisam vetos da Presidência da República a vários artigos da MP 610/2013, que que prevê socorro aos atingidos pela seca. Diante de prejuízos para 450 mil produtores rurais do Nordeste, o Poder Legislativo da Paraíba está em busca de uma solução para o impasse junto ao Governo Federal e ao Congresso Nacional.
O presidente da ALPB, deputado Ricardo Marcelo (PEN), enviou correspondência a todos os parlamentares (senadores e deputados) que integram a comissão mista encarregada de analisar a MP. No documento, há uma exposição de conquistas dos produtores rurais nordestinos com o texto aprovado no Congresso e as perdas substanciais que os vetos produzem nas famílias do semiárido.
A ALPB, através da Frente Parlamentar da Seca – presidida pelo deputado Assis Quintans (Democratas) -, deve visitar todos os parlamentares que integram a Comissão nesta terça-feira. A intenção é fazer uma exposição mais detalhada dos problemas ocasionados pelos vetos apostos pela presidente Dilma Rousseff ao texto.
Segundo o deputado Assis Quintans, o esforço da ALPB é fazer com que os senadores e deputados entendam que nenhum produtor quer o perdão das dívidas. O que os atingidos pela seca querem é a renegociação para o pagamento dentro das condições de quem só acumula perdas com a estiagem. “Nossa intenção é renegociar dívidas para o pagamento. Nunca o perdão das dívidas”, enfatiza.
Assis Quintas deve fazer uma peregrinação aos gabinetes para a exposição e a busca de entendimento para a derrubada dos vetos que engessaram o alcance da chamada MP da Seca. O parlamentar paraibano destacou ainda que, diante da situação aterradora da falta de chuva suficiente para a produção agrícola, é a Assembleia da Paraíba a única a contribuir com a discussão de alternativas para resolver o problema.
No documento encaminhado aos parlamentares, o presidente da ALPB expõe que sem os artigos rejeitados pela Presidência da República a MP 610 “não trará nenhum benefício substancial que resolva definitivamente o gravíssimo problema do endividamento que atormenta mais de 450 mil produtores rurais que vivem no semiárido”.

MP prevê regras da renegociação

A Medida Provisória 610/2013, que ficou conhecida como MP da Seca,  foi aprovado em 10 de julho passado pela Comissão Mista do Congresso Nacional, e epois transformada em lei após sanção presidencial.  O texto permitia a todos do semiárido da região da Sudene a concessão de desconto para pagamento de dívidas rurais de valor original até R$ 100 mil, até dezembro de 2014.
A Medida ampliava ainda a renegociação de dívidas rurais a agricultores adimplentes em 2011 quanto a empréstimos com recursos dos Fundos de Financiamento do Nordeste e do Norte. . O débito seria prorrogado por 20 anos, com cinco anos de carência e taxa de juros de 3% ao ano.
A MP promoveria também a individualização de descontos na renegociação quando o produtor rural tivesse mais de um empréstimo no valor de até R$ 35 mil cada. Também determinava o perdão de dívidas de até R$ 15 mil de produtores rurais da área de atuação da Sudene, desde que o valor inicial tenha sido até R$ 50 mil.
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Um time que não inspira confiança

O Treze voltou a decepcionar a sua torcida ao ser goleado impiedosamente pelo Santa Cruz por seis tentos a zero. Um placar, convenhamos, somente aplicado em time de pelada, o que pela história do famoso Galo da Borborema não é admissível. Foi, na verdade uma vergonha não apenas para os trezeanos, mas, também, para todos os paraibanos que esperavam uma melhor performance do time de Campina Grande, pois o Santa Cruz era, até então um velho freguês da equipe do bairro de São José.
Sabemos, que desmontado como foi, após perder inexplicavelmente um campeonato praticamente ganho, e dentro de casa, as mudanças não deveriam ter acontecido da forma como ocorreram. Os dirigentes do clube campinense se precipitaram com o desmanche do time base. Contrataram jogadores aos montões sem saber se estavam comprando gato por lebre e, o resultado não poderia ser outro. Até agora, uma participação pífia, desastrosa e que somente prejudica a imagem de um clube que sempre foi um orgulho dos paraibanos.
Não se admite, afora a derrota diante do Santa, um  quatro a zero contra um Cuibá da vida e outro diante do Luverdense, dois times que para mim, apesar de fazerem uma boa campanha, não têm a tradição de um de nem um dos clubes paraibanos - Botafogo, Treze e Campinense. O futebol de Mato Grosso para quem o acompanha e toma conhecimento do público por partida, em seu campeonato e no próprio campeonato nacional, pode facilmente sentir sua fragilidade. Os resultados dessas duas equipes podem ser vistos apenas por um cuidado maior que se teve nas suas preparações, dando-lhes uma melhor condições de competitividade por fatores importantes no futebol, contratações certas e tempo hábil para trabalhar, dando-lhes um sentido conjuntivo, coisa que o dirigentes do Galo não souberam fazer. Foi uma dispensa   quase que total do elenco,  com contratações erradas, além de apostas em jovens ainda imaturos para uma competição desse nível. Acreditar, por exemplo, que um jovem como Soares pudesse ser uma solução de gols em detrimento de um artilheiro nato como Tiago Chulapa é muita inocência. Aliás, o Chulapa está voltando, após ter sido afastado pela incompetência e precipitação de alguns dirigentes. Possa ser que o Treze consiga reverter um pouco a situação e, quem sabe, fugir do rebaixamento, mas, sinceramente, o que estamos vendo é UM TIME QUE NÃO INSPIRA CONFIANÇA.


Botafogo X CSA - um jogo complicado, mas deu Bota 
Botafogo vence e segue em busca da Série C

Não foi um jogo fácil como se pensava. O time não esteve bem no primeiro tempo e o Centro Sportivo Alagoano - CSA, como um livre atirador foi melhor em campo e complicou sobremaneira a vida da equipe comandada por Marcelo Villar. O primeiro período mostrou defeitos no sistema de armação, consequentemente a fragilidade de um ataque, onde Warley mais uma vez esteve mal e a torcida não deu por menos, pediu Fausto.

No tempo complementar, vieram as mudanças, entre elas a saída de Warley para a entrada de Fausto, afora as mudanças introduzidas no meio campo com a inclusão de Fábio Neves. Não deu outra. O Botafogo melhorou o rendimento, passou a dominar o jogo e a vitória surgiu, não com tanta naturalidade, mas, com a persistência de uma equipe que mostrou-se mais disposta e coesa dentro das quatro linhas do gramado. 
  
Os gols foram anotado aos 28 minutos e aos 40, todos marcados por intermédio de Fausto que que foi o grande destaque da partida.  Com esse resultado Botafogo agora soma 11 pontos ganhos, assumindo o segundo lugar no Grupo A4. O Sergipe que foi derrotado pela Juazeirense por 2 a 0, continua como líder, com 13 pontos ganhos. O Vitória  Conquista tem dez e o Juazeirense oito pontos. O CSA com três pontos é o lanterna.

Ficha Técnica

Horário: 16:00 Local: estádio Almeidão Cidade: João Pessoa

Arbitro:  Wladyerisson Silva Oliveira (CE) Assistentes: Roberto Jose de Oliveira (PE) e Ricardo Bezerra Chianca (PE) Quarto Arbitro: Eder Caxias Meneses (PB) Assessor: Miguel Felix de Oliveira (PB) 

Botafogo: Remerson, Pio, Marcel, André Lima e Celico; Zaquel (Paulinho Macaíba), Doda e Lenílson; Warley (Fausto) e Rafael Aidar (Fábio Neves). Técnico: Marcelo Vilar

CSA: Manoel; Sinval, Vagner Silva e Cleberson; Robson, Patrick, Alex Henrique e Cassiano (Acásio); Rony (Wilson) e Pauilinho. Técnico: Lino 

     

9 de agosto de 2013

BRASIL, PAÍS DOS IMPOSTOS

Todos os dias enfrento o caótico trânsito da Epitácio Pessoa para vir ao trabalho e, como de costume faço questão de observar o HIMPOSTÔMETRO instalado no prédio das Faculdades Maurício de Nassau. Fico abismado com a velocidade dos números do equipamento ali instalado, mostrando o quanto este governo cobra de impostos ao povo. É uma verdadeira violência que se comete contra o bolso do povo, para não usar  outro termo.
Às 07:54h(09.08), exatamente, o HIMPOSTÔMETRO estava ultrapassando os 950 bilhões em impostos pagos pelos brasileiros à máquina governamental. Neste momento em que o amigo ou amiga estiver lendo essa minha postagem, certamente, aliás com certeza, a maquinha deverá estar bem acima de UM TRILHÃO DE REAIS entrando nos cofres governamentais.
Esta é a razão do inconformismo do povo. Um povo que paga tanto e não tem educação de qualidade, segurança e saúde.Até quando os nossos representantes entenderão que essa situação precisa mudar? Quando os nossos legisladores, que têm poder de lutar pelos interesses do povo irão tomar medidas que enfrentem e decidam de vez o momento crótico que vivemos?
O imposto de renda, por exemplo, é uma das coisas mais absurdas que o governo comete contra o brasileiro, notadamente o da classe média, que desconta na fonte e, por ganhar um pouco mais, é obrigado a pagar uma complementação desse imposto, que tem até, na figura do LEÃO, uma forma de amedrontrar os brasileiros, com se eles fossem bandidos e não pagassem o que devem. Eles, os brasileiros, já pagam na fonte e não deveriam, portanto, pagar nada de complementação. Por que não mudar a modalidade de cobrança desse imposto, especialmente, repito, para nós da classe média, que, na verdade são os que pagam impostos neste país. Esses percentuais diferenciados seriam cabíveis para os que têm grandes riquezas, grande empresários, etc. Nós, assalariados, trabalhamos o ano todo paras pagar imposto de renda, na fonte e, depois, o que ganhou a mais, no entendimento da Receita, com juro e mais uma tal de SELIC, que nada mais é do que JUROS SOBRE JUROS. É POR ISSO que o danado do HIMPOSTÔMETRO NÃO PÁRA. Áté quando, senhores legisladores, deputado e senadores?   

 

8 de agosto de 2013

Treze conquista primeira vitória em casa


Treze vence �guia por 2 a 1
Grande público, mas a renda divulgada foi pequena. Estranho!!!

O Treze vence o Águia de Marabá, em jogo disputado nesta quarta-feira (07), no PV, por 2 a 1, em jogo válido pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro da Série C. Agora o Treze fica com oito pontos na tabela de classificação, ocupando a nona posição, com um jogo a menos.
No jogo disputado no estádio Presidente o Galo da Borborema, abriu o marcador logo aos cinco minutos da etapa inicial, através de Sapé, mas, aos 18, ainda no primeiro tempo, o Águia empatou a partida. O gol da primeira vitória alvinegra em casa foi anotado aos 11 minutos do segundo tempo, através do zagueiro Bernardo, contra, após um verdadeiro bombardeio trezeano contra o arco do goleiro do Águia.  O Treze ainda teve chances de ampliar o marcador, mas a partida terminou mesmo em 2 a um.
O próximo jogo do Galo será sábado dia 10, a partir das 19h, contra o Santa Cruz, no estádio do Arruda, em Recife.
FICHA TÉCNICA

TREZE: Cléber; Hudson, Gláuber, João Paulo, Jhonnatans; Sapé, Rodrigo Celeste, Téssio, Cristian (Negretti); Soares (Birungueta) e Túlio Renan (Tiago Sousa). Técnico: Luciano Silva.
ÁGUIA: Jair; Ceará (Neno), Fred, Bernardo, Anderson Luiz (Rairo); Analdo, Mael, Júnior Timbó, Diego Palhinha (Luiz Fernando); Danilo Galvão e Keno. Técnico: João Galvão.
PÚBLICO PAGANTE: 2.408
PÚBLICO NÃO PAGANTE: 268
RENDA: R$ 14.226

7 de agosto de 2013

Treze enfrenta Águia Marabá

Uma vitória hoje pode marcar a arrancada do Galo na Série C


Treze entra em campo nesta quarta-feira (07) no estádio Presidente Vargas, às 08:30h, para enfrentar o Águia Marabá. Para a partida de hoje o alvinegro contará com um treinador interino, Luciano Silva, que diferentemente de Vica abriu os portões do PV e permitiu que a torcida acompanhasse o último treinamento do clube.  


Ao que parece o rendimento do time vinha sendo prejudicado pela intransigência do ex-treinador, adepto de uma linha dura para com os atletas e de pouca atenção para com a imprensa e torcedores. O resultado todos já conhecem. O Treze não vinha rendendo dentro de campo e, agora, precisa urgentemente de dar a volta por cima para não cair para a Série D.